
Meninos agitados e distraídos? O corpo a falar mais alto!
Foi numa dessas viagens que me detive na observação de um momento que considero único, e no qual todos nós já fomos, de uma forma ou de outra, intervenientes – o diálogo entre Mãe e Filho.

Foi numa dessas viagens que me detive na observação de um momento que considero único, e no qual todos nós já fomos, de uma forma ou de outra, intervenientes – o diálogo entre Mãe e Filho.

Foi numa dessas viagens que me detive na observação de um momento que considero único, e no qual todos nós já fomos, de uma forma ou de outra, intervenientes – o diálogo entre Mãe e Filho.

Chupetas, semeadoras da discórdia no seio de tantas famílias, amigas leais em algumas das horas difíceis com os pequenos e, no entanto, subtilmente causadoras de tantos danos.

Desengane-se quem pensa que aprender a ler e a escrever é “coisa” do primeiro ano de escolaridade.

Foi numa dessas viagens que me detive na observação de um momento que considero único, e no qual todos nós já fomos, de uma forma ou de outra, intervenientes – o diálogo entre Mãe e Filho.

Diariamente, em conversas de café, em diálogo com diferentes pais, ou em conversas com amigos e conhecidos assisto, enquanto profissional, àquilo a que chamaria “o cliché da primeira palavra”.

Elas vieram para ficar e, com elas, vieram também alguns efeitos adversos no desenvolvimento linguístico, sobretudo nos primeiros anos de vida da criança.
Somos uma equipa terapêutica com sede em Fátima e atuamos no âmbito da prevenção, avaliação e intervenção nas valências de Psicologia, Psicomotricidade, Terapia Ocupacional, Terapia da Fala e Musicoterapia, quer em contexto clínico como escolar.
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